segunda-feira, 20 de maio de 2019

Conto - Tati - Inversão com a Mamãe e o amigo dela

Como prometido vou escrever mais uma das minhas aventuras e essa também foi com a mamãe. Depois que tudo que eu contei no meu primeiro conto eu e a mamãe pareciamos duas maníacas, trepavamos praticamente todos os dias no minimo uma chupadinha de buceta ou uma siririca no banho rolava mas nem eu nem ela abandanamos nosso namorados mesmo porque eu adoro um pinto socando fundo na minha buceta ou no cuzinho e ela também. Confesso que é difícil manter um namoro pois eu tarada do jeito que sou depois de algum tempo se o cara não fosse muito bom de cama e principalmente bem liberal o namoro não durava, e eu voltava para o meu cantinho no corredor com o meu vibrador socada na buceta para ficar olhando a minha mãe trepando na sala com os amigos dela, só que agora isso acontecia a qualquer hora do dia ou da noite eram uns 2 ou 3 diferentes por semana e foi ai que o tesão começou a falar mais alto e eu fui ficando com uma puta vontade de estar la junto dela, queria ver de perto um pau entrando e saindo da buceta dela, queria chupar um pau junto dela, ou seja eu ainda não tinha feito nenhuma farra com outro casal, todo esse tempo vendo ela trepando só aumentou o meu tesão e eu comecei a tentar convencer ela a deixar eu participar, mas ela não aceitava dizendo que não saberia como explicar para alguém essa nossa relação, mãe e filha transando juntas e nessa época eu ainda era novinha, mas eu discutia dizendo que homem não adoraria trepar com uma mulher deliciosa e uma ninfetinha juntas, principalmente mãe e filha !!! concordam ???? Mas ela não sedia, até que um dia como sempre eu e meu vibrador olhando a minha mãe levando rola reparei que o cara era bem submisso e usava aliança, ele só fazia o que ela mandava e pensei "Esse cara é o ideal para uma foda ele vai fazer tudo que eu quero fazer a 3" e como não iria adiantar falar com a minha mãe eu bolei um plano. No dia seguinte como já era esperado no começo da noite o amiguinho dela chegou e sempre que chegava alguém eu ia para o meu quarto, ficava vendo tv ou esperava a hora de ir assistir o "show" mas nesse dia eu esperei a minha mãe se deliciar chupando o pau dele, ela realmente adora chupar ela só deixa as bolas de fora, depois que a chupeta acabou ela já foi sentando naquele belo pau começou uma bela cavalgada rebolava com o pau todo socado na buceta e foi nessa hora que eu só de calcinha entrei na sala peguei um copo na mesa com wisky dei uma bela golada e falei...Nossa Tia desculpe estava ouvindo os gemidos e achei que a senhora estava sozinha assistindo um DVD de sacanagem (realmente tinha uma bela orgia rolando na tv) acabei ficando com vontade de assistir junto !!...Meio assustada minha mãe foi saindo de cima do cara foi quando eu fui para perto deles e falei....Não parem por minha causa não quero ser empaca foda de ninguém e outra tenho certeza que o seu amigo "casado" vai guardar segredo certo ??...Na hora ele concordou com a cabeça, minha mãe ainda estava em cima dele mas ele estava com o pau mole e fora da buceta dela eu mais que depressa aproveitei comecei acariciar o corpo da minha mãe, passava a mão pela barriga dela, pelos peitos olhei bem nos olhos dela e falei, nossa Tia você é uma delicia, nessa hora dei um delicioso beijo de língua na hora percebi que o pau do Marcos começou a endurecer depois do beijo eu dei uma chupadinha nos peitos dela fui descendo peguei no pau dele comecei uma punheta e fui direto chupar a buceta da minha
mãe que já estava entregue deitada em cima dele deixando a bucetinha dela bem na minha cara, depois de me lambuzar na buceta carnuda da minha mãe eu cai de boca no pau do Marcos, era uma bela pica, rosada de uns 19 cm eu acariciava as bolas dele com elas quase toda enfiada na boca não sabia quem babava mais a buceta da minha mãe ou o pau do Marcos eu me deliciava chupando os dois, depois de um tempo eu direcionei o pau dele bem na entrada da buceta da minha mãe e falei....Vai Titia senta gostoso que eu sempre quis ver um pau bem de perto entrando e saindo de uma buceta...nessa hora ela mandou ver rebolava como louca naquele cacete todo enfiado nela e eu fiquei ali bem perto só acariciando o a buceta da minha mãe e sentindo aquele pau entrar e sair, era delicioso eu lambia as bolas dele, lambia o pau dele sentindo o gosto da buceta dela, eu fui ficando com tanto tesão que os dois dedos que tinha enfiado na minha buceta já não resolviam mais, ai eu lembrei que a minha mãe guardava um dos consolos dela na gaveta da mesinha de centro não perdi tempo e enquanto eu apreciava a minha mãe sendo comida por um pau de verdade eu socava e tirava aquele pau de mentira da minha buceta, depois de algum tempo assim primeiro foi a minha mãe que me vendo com aquele consolo socado na buceta e sentindo a minha mão acariciando a buceta dela enquanto era metida, acabou gozando como louca ela gemia, tremia parecia sua primeira gozada depois foi o Marcos que gemendo muito denunciava que estava bem perto de gozar e como minha mãe adora uma gozada na boca, ela é louca por "leitinho" ela sai de cima dele cai de boca começa uma bela chupeta esperando ganhar vários jatos de porra boca a dentro e ficou ali de 4 com sua deliciosa bunda virada para mim e eu vendo isso tomada pelo tesão não resisti tirei o consolo da minha bucetinha vesti ele num cinto fui para trás dela e quando ela percebeu eu já estava enfiando ele todo no cuzinho dela, ela deu uma gemida mas logo voltou a chupar o Marcos e a cada socada que eu dava no cu dela ela quase engolia o pau dele, pena que durou pouco e ele acabou gozando rápido, ele inundou a boca dela com tanta porra que escorreu uma boa parte nos peitos dela e eu mais que depressa ajudei limpando tudo com a minha língua. Enquanto Marcos descansava minha mãe deitou do meu lado e com a boca ainda com gosto de porra me deu um delicioso beijo na boca e acariciava a minha buceta e falou....Não sabia que tinha uma sobrinha puta....Então Tia agora seremos amantes e ele nosso brinquedinho !!...Nosso brinquedinho ???....É sim Tia, quer ver como faço o que eu quero com ele ???? e nessa hora fui ao lado dele o coloquei deitado tipo frango assado peguei no pau dele ainda mole comecei a lamber o saco dele fui descendo até chegar no bem perto do cuzinho, ele tentou reclamar mas parou quando ele sentiu a minha língua bem na entradinha do cu, na hora eu senti o pau dele ficar igual a ferro de tão duro e pensei.. "Esse vai ser o primeiro cu de macho que eu vou comer"...e continuei a chupar aquele cu, minha mãe acariciando a bunda dele vira e falava....Ta gostando, agora você é nosso...e caiu direto de boca no pau dele que já estava todo babado, ela lambuzou os lábios dela com muita baba, olhou bem para ele e falou....Agora você vai sentir o gosto do seu pinto....e deu um belo beijo na boca dele, ele chupava os lábios dela como se fosse um pinto, com certeza ele estava se deliciando com o gosto do seu próprio pau, na hora que eu vi isso parei de chupar o cuzinho dele e falei....Tia acho que ele já está no ponto..vem chupar um pouco esse cuzinho enquanto eu me preparo....coloquei um cinto com um consolo de uns 16 cm virei ele de lado afastei as pernas dele deixando aquele cuzinho todo as mostra para mim, ele fechou os olhos e falou...Acho que não vou aguentar !!! minha mãe deu um beijo na boca dele ainda com o gosto do cuzinho dele e falou....Vai sim amor é só relaxar e curtir o tesão....cuspi bastante coloquei a cabeça do meu pau de silicone bem na entrada do cu dele e fui forçando todo o meu pau para dentro daquele cuzinho virgem, eu tirava e punha, tirava e punha até que depois de algum tempinho assim ele entrou todo e o que era dor passou a ser prazer, minha mãe se acabava na siririca vendo seu amante levar no cu, ele rebolava no meu pau acho que imaginando que era um pau de verdade e eu sentia a minha buceta escorrer de tanto tesão por estar comendo o meu primeiro cu, não sabia se era normal um cara dar o cu assim, ou uma menina sentir tesão por comer um homem mas só sei que estava delicioso até que não deu mais para aguentar tirei o meu pau do cu dele fiquei de 4 e falei para ele....Vai minha puta me come, usa esse pau direito, mete fundo não aguento mais quero gozar com um pau enfiado na buceta....Na hora a minha mãe colocou ele atrás de mim pegou no pau dele colocou na entrada da minha buceta e empurrou ele fazendo aquele pau entrar todo em mim, que delicia sentir aquele mastro quente me arregaçando, dar o cu tinha deixado ele com o pau igual a uma tora, estava demais ele bombava na minha buceta e eu gozava como louca, gozei duas vezes sentindo aquele cacete dentro de mim, na segunda vez gozamos juntos ele encheu a minha buceta de porra eu fiquei ali de 4 com a cabeça deitada em uma almofada sentindo minha buceta latejar e aquela porra toda escorrer, foi quando senti alguém abrir bem os carnudos lábios da minha buceta, era minha mãe ela abriu bem a minha buceta e vendo toda aquele porra escorrer mandou o Marcos me chupar, ela falava.....Vai Marcos cai de boca nessa buceta e sente o gosto da sua porra misturado com a da bucetinha dela...nisso ele sem frescura cai de boca na minha buceta e me chupa com vontade, lambeu toda a porra que saia dela e depois com a boca toda lambuzada de porra pegou a minha mãe pelos cabelos e falou....Vem me beija sente o gosto da minha porra misturado com o da buceta da sua sobrinha.....e nisso os dois se beijaram e eu fiquei só admirando fazendo um carinho na minha bucetinha que tinha acabado e gozar duas vezes.... Depois desse dia nos encontramos mais algumas vezes, mas depois ele e a mamãe acabaram terminando e ele nunca soube que eu não era sobrinha e sim a filhinha puta dela, mas foi bom que deu espaço para outras aventuras....Mas fica para os próximos contos.....beijinho na cabeça do pinto e na bucetinha de vocês..Tati

tatona90

Conto - Inversão de Papéis muito louca

Vou contar uma saida que fiz a um tempo atrás, um cliente me ligou por indicação de uma amigo, e me perguntou se eu gostava de coisas diferentes ai eu disse que adorava pois bem, ele começou a me falar do fetiche dele ai ele começou a falar o que queria.
ELE: Tenho um pouco de vergonha mais vamos la, sabe eu adoro que uma mulher faça sexo anal em mim, mais eu nunca me senti bem fudido, nunca chegou ao fim que eu pensa-se e senti-se que eu tinha dado realmente o cu e que estava dolorido, e que eu tb queria me sentir uma mulher, tanto é que eu gosto de me imaginar usando calcinha e absorventes femininos, isso me deixa muito exitado.
EU: humm to gostando eu acho que posso tentar fazer você ser uma putinha toda arrombada.
ELE: Certo, o que eu queria era que vc compra-se varios tipos de absorventes pra mim, pois eu tenho vergonha de comprar e que na hora do sexo vc me fude-se pra valer mesmo, como uma puta quero sentir dor gemer bastante.
EU: Vou te tratar como uma putinha menstruada pode deixar que vc vai chegar em casa com a bundinha dolorida.
Pois bem, fui a farmacia, comprei uma Ducha ginecológica, passei na seção de absorventes, comprei absorvente interno, absorvente noturno, e um normal, ele me buscou e fomos ao motel.
Chegando no motel eu perguntei a ele se teria limites ou se seria do meu jeito e como eu quize-se na hora ele disse que seria do meu jeito, ai eu disse apartir de agora você apenas obedece. tira sua roupa e vai tomar um banho.
Ele foi pro banheiro tomar o banho eu peguei a ducha na bolsa e fui atrás dele arrumei toda a ducha abri a porta e disse, mulher quando vai dar o cuzinho, ela faz a xuca intaum vamos la, ai peguei a ducha e coloquei na boca dele e falei da so uma chupadinha pra entrar gostoso deixa babadinho, ele meio sem jeito chupo, eu mandei q ele vira-se fui e enfiei a ducha no cuzinho dele e apliquei toda a agua, tirei e enchi a ducha enfie novamente e apliquei a agua fiz isso por 3x.
Ai antes de tirar eu fiquei socando a ducha no cuzinho dele bem no fundo. tirei ela e disse agora vc senta no vazo e termina de lava o cuzinho. deixei ele no banheiro, peguei uma calcinha, e peguei o pacotinho dos absorventes que comprei e levei ao banheiro e disse pra ele, qual você quer que eu use. Ai ele foi e escolheu o normal eu tava de vestido rapinho abaixei minha calcinha e coloquei o absorvente na frente dele. pois bem deixei o pacotinho do absorvente que ele tinha escolhido em cima da pia fui e entreguei a calcinha pra ele que estava na minha mão e disse a ele. Veste a calcinha e como vc me viu colocando o absorvente agora vc ja sabe usar, pega um coloca na sua calcinha veste e vem pra cama.
Fiquei deitada na cama de calcinha e no pe da cama arrumei bem direitinho as outras coisas q tinha levado, os absorventes q comprei na farmácia, uma cinta com um pau bem grossinho e uma venda. quando ele chegou de calcinha eu pedi que ele pega-se um absorvente interno e me entrega-se, ele foi abriu o pacotinho e me entregou ai eu disse a ele senta aqui, ele foi sentou eu peguei a venda e vendei os olhos dele, e disse deita de bumbum pra cima.
ele deito e comecei a chupar o cu dele como tava limpinho eu chupei todo, fui e coloquei o absorvente interno no rabinho dele, falei pra ele virar ele virou, coloquei a calcinha de lado e sentei no pau dele, bem gostoso e fiquei cavalgando por alguns minutos, passando alguns minutos tirei a venda dele e disse vamos trocar o absorvente. eu fui peguei o absorvente interno e coloquei em mim e peguei o absorvente noturno e entreguei na mão dele e pedi que ele troca-se e fiquei olhando ele tirar o que estava na calcinha e colocando o noturno, ai fiz o mesmo troquei o que estava na minha calcinha e coloquei o noturno.
Nisso fiquei de 4 bem empinada coloquei a calcinha de lado e perguntei se ele tava vendo a cordinha do absorvente interno ele disse que sim, ai eu abrir meu cuzinho com as mão e disse fode meu cu, ele foi meteu a pica dele em mim que entrava me rasgando e eu gemia de dor e ele gostava, e bombou bem forte quando ele iria gozar eu fui e sai da posição e disse vira de bumbum pra cima deixa eu tirar seu absorvente interno.
ele virou eu fui tirei o absorvente fui e vendei ele e perguntei quer mesmo ser uma putinha, ele disse que sim, assim mandei ficar de 4 e que empina-se e abri-se o cuzinho pra mim igual eu tinha aberto o meu a ele, ele foi em empinou. e eu disse se prepara pq vai doer.
ele não disse nada simplesmente se calou eu cheguei perto passei bastante gel no cuzinho dele e no meu pau, fui bem de leve ate achar o cuzinho dele, a hora que eu senti que o pau iria entrar no cu dele, eu o segurei firme na cintura e fui com tudo enfie todo o pau no rabo dele de uma vez entrou tudo, e sem dar tempo ja comecei a bombar dava muitas estocadas no fundo do cu dele ate q ele gozou e caiu bem abatido na cama falando que tava doendo.
Ai eu disse agora vc realmente deu seu cu, so que ainda não acabou e mandei ele virar de ladinho e ele ainda vendado peguei a ducha enchi de agua novamente e coloquei no cu dele como na primeira vez enchi ela por 3x, quando terminei voltei pro lugar a calcinha que estava com o absorvente colocado. e disse a ele pronto agora vc vai menstruar pelo cuzinho e tem absorvente la no banheiro se quiser ir trocar fica a vontade.
Nisso ele ficou quieto falando que tava desconfortável, eu disse posso te ajudar mais vai ter que ficar de 4 novamente e deixar eu fuder de novo pro cuzinho ficar mais relaxadinho e a agua descer no absorvente. nisso ele ficou calado e como eu ainda estava usando a cinta fui virando ele e deixando ele de 4, coloquei a calcinha de lado e meti novamente e fiz com muita força ate q a agua começou a descer no pau fui peguei um absorvente interno meti no cuzinho dele e ele dormiu de calcinha usando um absorvente noturno e usando um absorvente interno no cuzinho.
Foi uma experiencia muito legal adorei!!!!

Conto - Inversão de papéis - fodendo gostoso meu marido safado

Dentre as minhas inúmeras descobertas sexuais desde que conheci Fábio, está a de desejar comer o cuzinho dele. De antemão vou contar como começou esse desejo. Ele estava fazendo um boquete em mim, quando foi descendo sua boca até chegar a passar sua língua e chupar meu cu. Ninguém nunca tinha feito isso, então fiquei tipo "CARALHO! NÃO ACREDITO QUE ESSE FILHO DA PUTA TA CHUPANDO MEU CU. QUE DELÍCIA!" eu gozei na boca dele e não demorou muito tempo para que a minha vontade de sentir o gosto daquele rabo gostoso aparecesse. Fui começando devagar, chupava seus ovos, ia descendo e suavemente brincava com minha língua bem na entrada do cu dele... dias depois, numa de nossas conversas ele me disse que havia colocado o dedo em seu rabo, pra sentir como era, pra tentar entender o que eu sentia, já que estávamos começando a fazer sexo anal. Sem exitar ele me surpreendeu e disse que havia gostado do que sentiu. Eu, a boa puta que sou, tomei logo a liberdade de começar a passar meus dedos e introduzir as falanges progressivamente no rabo do meu vagabundo. Mais uma vez fui surpreendida! Pela cara de cachorro e reação que ele tinha pedindo pra que eu metesse cada vez mais forte e rápido. Eu ficava louca e gozava só de sentir aquele cuzinho quente!
Sou uma esposa daquelas bem puta, que procura dar cada vez mais prazer ao meu homem, então, comprei uma cinta peniana e aproveitei o consolo que ele me deu de presente. Joguei a ideia e ele topou na hora! Comecei dando uns beijos na boca, pescoço e descendo por toda sua barriga, chupando a cabeça da sua rola e encarando-o, continuei chupando seu ovo até chegar no cuzinho, dei umas lambidas gostosas até Fábio se arrepiar. Levantei as pernas deles, deixando-o na posição frango assado e comecei a passar a cabeça do então, meu pau na entradinha do rabo dele. Eu já tava louca e minha buceta prestes a escorrer de tão molhada (assim como estar enquanto escrevo esse conto), não demorei nada e comecei a meter o cacete devagarinho, rebolando gostoso, gemendo e olhando pra cara do meu macho. Fábio respondeu muito bem, gemendo, pedindo mais pica no seu cu e batendo uma punheta gostosa. Depois de ja ter deixado o buraco do cu do meu macho arrombado, lhe coloquei de quatro, pedi pra empinar e arregaçar o rabo pra mim; dei umas lapadas boas na bunda dele e novamente comecei a soca-lo o segurando bem forte e arranhando suas costas, Fábio gemia feito um cachorro, dizendo "vai minha puta, fode esse teu macho sua rapariga, vadia safada do caralho" e continuava quebrando uma. Eu já não aguentava mais de tanto tesão, minha buceta parecia um rio e logo comecei a repetir
- que delícia de cu, seu filho da puta
- fode meu cuzinho Vai, amor, fode
- fodo caralho. Te arrombo todo e vou gozar gostoso te comendo
- vai minha ninfeta, goza pra mim sua cadela, que eu vou gozar pra ti também
Não demorou para que eu realizasse seu pedido e gozasse gostoso encharcando minha xota de porra. Logo em seguida meu puto soltou um gemido e esbanjou sua gala gostosa pra mim. Pra finalizar bem aquela foda gostosa, o virei e fui beber seu leite quentinho!
Desde então não deixei mais de foder meu marido e esse tesão só aumenta.

Conto - O Homem da Casa

O relato de hoje traz a história de Mário, um dos amigos portugueses que conhecemos no clube de swing. Vou tentar reproduzi-la de modo mais fiel possível, como se o próprio estivesse a contar, porém vou usar a minha linguagem, até porque algumas passagens, se escritas em português europeu, soam hilárias a ouvidos brasileiros. Ah, e ficou um pouco longo, mas não quis dividir a história dele em capítulos.

* * *
Joana e eu passamos a morar juntos me 2007, depois de um namoro que vinha da adolescência. Decidimos não ter filhos logo, pois ela ainda terminava sua graduação, e eu priorizava a minha carreira num grande banco internacional, que começava a deslanchar. Contudo, um ano após nossa união, o país foi atingido pela crise financeira. O banco no qual trabalhava fechou a filial em nossa cidade e fiquei desempregado. Por meses, peregrinei em busca de uma colocação de mesmo nível, mas foi inútil. Obriguei-me a aceitar um posto bem abaixo do meu currículo. Por outro lado, Joana, recém-formada, granjeou uma boa colocação em sua área. Em pouco tempo, era ela quem custeava a maior parte de nossas despesas.
Fiquei incomodado, evidentemente, mas minha mulher lembrava que eu a sustentara durante seus estudos e que agora apenas retribuía. A crise passaria e eu retomaria minha carreira. Porém, corria o tempo e minha situação profissional só piorava, enquanto Joana progredia com rapidez. Recebia fartas comissões, mas, em troca, tinha cada vez mais trabalho. Chegava cansada em casa e não tinha disposição para dividir comigo tarefas domésticas. Nos meus tempos de fartura, havia adquirido uma casa tão bela quanto grande. Um dia, minha esposa propôs:
– Mário, não temos necessidade financeira do teu salário que, afinal, é tão pequeno. Porque não te dedicas exclusivamente à casa? Eu chego tão cansada todo dia e seria bom encontrar as coisas arrumadas, uma comidinha caseira me esperando...
A proposta fazia sentido, mas aquela inversão dos papéis tradicionais de marido e esposa me incomodou. Relutei muito, porém, ao cabo de alguma reflexão, acabei por aceitar. A verdade é que meu emprego era uma seca, enquanto que os afazeres domésticos me davam relativo prazer. Além disso, repetia para mim que era algo transitório, quando o mercado melhorasse, retomaria minha carreira.
Tornei-me um “dono-de-casa” e esforcei-me para desempenhar bem a função. Aprendi receitas e técnicas de cozinha, pesquisei sobre produtos de limpeza, passei horas no youtube aprendendo a passar e engomar a fim de deixar as roupas de Joana sempre impecáveis. Quando minha mulherzinha chegava cansada do trabalho, lhe preparava um drink e massageava-lhe os pés enquanto ela bebia. Recolhia com zelo a roupa suja que deixava jogada no banheiro e a esperava no quarto após o jantar para, caso ela não estivesse estafada ou estressada, termos alguns minutos de prazer na cama.
Joana parecia reconhecida de meu esforço. Às vezes, quando demorava devido a algum compromisso mais longo, lembrava de trazer-me pequenos regalos. Porém, com a agressividade do ramo em que trabalhava, constantemente chegava nervosa em casa. Nessas ocasiões, não era carinhosa e, muitas vezes, descontava seus problemas em mim. Certa vez, estressada, reclamou que eu já não me cuidava como antes para ficar atraente para ela...
De fato, depois que parei de trabalhar, permiti-me ficar mais relaxado em relação à aparência. Reconheci que, talvez por isso, nossa vida sexual tivesse em declínio. Nesse dia, chorei escondido no quarto para não irritá-la ainda mais. Ela ficou até tarde em frente ao computador e, quando veio para a cama, fingi que dormia.
Joana parecia arrependida por ter sido grosseira. Achegou-se às minhas costas e beijou-me o pescoço, sussurrando desculpas no meu ouvido. Disse que havia exagerado, mas que gostava quando eu trazia o corpo esguio e bem depilado, mas que continuava a deixando excitada... Embora ela soubesse que eu fingia dormir, permaneci imóvel, sentindo-a pressionar o seio em minhas costas, esfregar o púbis em meu rabo. Ao comprovar que eu estava de verga feita, fez-me virar, montando sobre mim. Com agressividade, arrancou minha roupa e foçou o coito, empurrando sua cona até ser penetrada. Nunca a tinha visto com essa disposição na cama. Mexeu os quadris com força e ritmo por alguns minutos e então soltou um grito alto e desfaleceu sobre mim, satisfeita. Embora eu não tenha chegado ao orgasmo, fiquei satisfeito também por ter dado prazer à minha amada.
A partir do dia seguinte, dediquei-me a entrar em forma. Comecei uma dieta rigorosa, fui a um spa e pedi uma depilação completa, bem ao gosto de Joana. Passei a fazer exercícios em casa e. minha esposa, em reconhecimento, mandou entregar em casa uma bicicleta ergométrica novinha, que passei a usar duas horas por dia.
Em pouco tempo, meu esforço foi recompensado. Comecei a notar que Joana se interessava mais pelo meu corpo. Sentia seus olhares lascivos na minha direção enquanto fazia alguma tarefa. Claro, tinha meus expedientes para provocá-la. Aproveitando que minhas pernas e ancas já ficavam bem definidas, usava meus shorts mais curtos e justos...
Certo dia, Joana chegou um pouco mais cedo e eu preparava o jantar. Veio tomar seu drink na cozinha e, de costas para ela, sentia seu olhar cravado em mim. Vestia um short de malha bem curto e um avental que pertencera a ela. Logo ela se aproximou e me abraçou por trás, pondo a língua na minha orelha, me fazendo arrepiar.
– Você me deixa louquinha, amor... – ela sussurrou. – Eu quero te levar pra cama agora...
– Mas, amor, ainda não terminei o jantar...
– Você pode fazer isso depois... – disse, já desligando o fogão.
Sem me soltar, foi me conduzindo para o quarto, onde me jogou na cama, vindo logo atrás. Eu estava de bruços e ela por cima de mim. Tentei me virar, mas minha esposa me impediu.
– Ai, amor, esse teu rabinho tá tão gostoso... deixa eu aproveitar ele mais um pouquinho... – falou, enquanto sua mão acariciava minhas nádegas – nossa, essa bundinha tão durinha e empinada... – já falava com a voz embargada de tesão.
Joana beijou minha nuca e desceu a boca molhada pelas minhas costas. Chegando à cintura, desceu meu short, deixando o meu rabo exposto. Beijou e mordeu-me as nádegas e, depois, desceu a língua no rego, tocando meu anelzinho.
– Ai, que tesão de cu! – sussurrou...
Eu estava pasmo, sem reação. Ela me submetia e estava muito excitada. Uma parte de mim dizia para impedi-la, outra pedia para deixá-la continuar.
– Eu to loca pra te comer! – sussurrou na minha orelha antes de descer o dedo para meu cu, que ela já tinha lubrificado com saliva. Senti a ponta deslizando pra dentro de mim e pedi para ela parar.
– Por quê, amor, tá tão gostoso... to com tanta vontade... – gemia ela no meu ouvido. Nisso, tocou meu pau e, vendo que eu estava excitado, sorriu. – Viu só, amor, bem que você tá gostando... relaxa, vai... relaxa e deixa eu te comer... dá pra mim, vai...
E foi enfiando o resto do dedo no meu rabo, me arrancando um gemido involuntário, que a fez ter a certeza que eu estava gostando. Então, não escutou mais meus fracos protestos e seguiu socando o dedo cada vez mais rápido, enquanto esfregava a buceta na minha bunda e falava um monte de putaria, me chamando de rapariga, tocando cada vez mais fundo em mim, até que não aguentei e ejaculei e logo ela se veio também.
Um turbilhão de pensamentos passava na minha cabeça, mas Joana apenas disse “foi muito bom, não é, amor?”, antes de se virar para o lado e dormir.
No outro dia, enquanto me desincumbia de meus afazeres, imaginava uma centena de versões diferentes do diálogo que teria com minha esposa quando ela chegasse. Joana estava a confundir as coisas, levara aquela inversão de papéis longe demais! Eu não era uma rapariga! Ela não era o homem da casa! Estava preparado para enfrentá-la quando chegasse. Colocaria as cartas na mesa; daria freios a esse disparate!
Contudo, Joana abriu a porta de casa e, antes que eu pudesse abrir a boca, tirou de trás de si um lindo buquê de rosas vermelhas e um pequeno embrulho. Entregou-me os presentes e beijou-me com sofreguidão. No embrulho, um smartphone novo (ela havia prometido comprar-me um no meu aniversário, mas antecipara o presente). Um detalhe: a capa do aparelho era dourada, com delicados detalhes em rosa... totalmente feminina. Não tive ânimo de puxar a discussão que planejara.
Minha esposa, por seu turno, parecia estar ansiosa para levar-me novamente para a cama. Me atacou novamente, com a mesma agressividade. Sacou minhas roupas, enfiou os seios no meu rosto, depois pegou-me pelos cabelos e empurrou minha boca para sua cona molhada, que exalava um cheiro forte. Após me fazer chupar, pôs-me deitado com as costas na cama e veio sobre mim. Chupou demoradamente meus mamilos, enquanto percorria minhas coxas e minha bunda com as mãos. Achei que, ao menos, deixaria penetrá-la, contudo, após essas preliminares, virou-me de bruços e caiu de boca no meu rabo, como na noite anterior. Quase cheguei ao clímax com suas carícias, mas logo senti o peso do seu corpo... seu monte-de-vênus mal depilado arranhava minha bunda e a cona me lambuzava... por fim com a mão entre nossos corpos me penetrou, desta vez com dois dedos juntos. Não demorou muito para que chegássemos ao orgasmo. Antes de sair de cima de mim, perguntou no meu ouvido:
– E agora, já aprendeste quem é o homem da casa?
Fiquei quietinho e humilhado. O que eu poderia dizer depois de ter gozado duas vezes daquele jeito?
No dia seguinte, bate à porta um entregador com um pacote. Havia um cartão: “Quero você com isto hoje. Joana.” Desfiz o embrulho e, estupefato, vi um conjunto de lingerie completo (meias, calcinha e corpete) de tule e renda. Junto dele, um par de sandálias plataforma. Era a suprema humilhação. Não vestiria aquilo, preferia o divórcio! Passei a tarde toda naquele dilema. Volta e meia olhava para as delicadas pecinhas íntimas sobre a cama e me debatia entre a vergonha e um inconfessado tesão.
Por fim, não resisti. Resolvi vestir, dizendo para mim mesmo que era “só pra ver como iria ficar” e que ninguém me veria com aquilo. Caprichei no banho, reforcei a depilação e, com certa dificuldade, vesti o conjunto e subi na sandália. Tremendo de nervosismo, me olhei no espelho. Um calafrio percorreu minha espinha. No espelho eu via uma garota de corpo esguio, bunda empinada trajando uma lingerie sensual. Não tinha noção de o quanto tinha me feminizado nos últimos tempos... foi um baque. Ao mesmo tempo, fiquei terrivelmente excitado e não consegui evitar de fazer poses sexys e desfilar em frente ao espelho, caprichando no rebolado.
Se aproximava a hora de Joana chegar e eu ainda não tinha tirado a roupa. Meu coração batia a mil. Precisava fazer mais uma coisa antes de despir a fantasia: procurei o estojo de maquiagem de minha esposa. Com pouca prática, mas muito cuidado, pintei de carmim os lábios, engrossei os cílios com rímel e passei uma leve camada de blush nas faces. Meu cabelo batia no ombro e eu ajeitei por trás de uma das orelhas, num penteado bem feminino.
Me contemplei mais uma vez e o conjunto era definitivamente atraente. Parecia uma mulher, sem dúvidas... Estava me admirando quando ouço a porta da frente abrir. Agora, não havia tempo para mais nada. Vesti um robe de seda de Joana e fiquei a esperando, com o coração saindo pela boca.
Minha esposa entrou no quarto e visivelmente ficou satisfeita com o que encontrou. Baixei os olhos e mordi a pontinha do dedo, como uma gaja recatada, então, inocentemente, deixei o robe cair. As pupilas de Joana se dilataram. Me tomou nos braços e me beijou... me entreguei, bem feminina.
– Vem cá, Mariana... – disse ela – você vai ser todinha minha...
Deitei na cama e ela me abriu as pernas, deitando-se entre elas. Enfiava a língua com força na minha boca e acariciava todo meu corpo, sentindo o tecido da lingerie. Mexia o quadril como se estivesse a me comer e eu afastava as coxas para recebe-la. Foi tirando o corpete e beijando meus “seios”, com o dedinho já procurando meu buraquinho.
– É o que você quer, Mariana? Quer dar pra mim?
– Sim, amor! Quero ser todinha sua, quero que você me coma! – respondi, fazendo voz de rapariga e levando-a à loucura.
– Eu também tenho uma surpresinha pra você, menina.
Me deixou por instantes e logo reapareceu. Eu à esperava passivamente deitada na cama, pronta para ser comida. Mas não esperava que Joana iria mais longe: havia um pau de silicone saindo do seu púbis, preso por tiras de couro. Fiquei assustado, mas também excitado (ou melhor, excitada, pois já havia incorporado o papel de Mariana). Fiquei de quatro na cama e abocanhei aquela verga e a lambi, beijei e suguei. Joana posicionou-se atrás de mim, agarrou-me pelos cabelos e encostou a ponta do consolo no meu rabo, pressionando meu ânus, que eu empurrava para trás, me oferecendo toda. Então a senti entrando em mim, me abrindo, me possuindo... gemi, gritei e pedi mais... ela estava alucinada, empurrando com força no meu rabo, perguntando aos gritos “quem é teu homem???”, até o ponto em que não aguentei mais, explodi em gozo, gemendo alto. Joana deixou-se vir também, desabando sobre mim, com o consolo ainda dentro.

Naquele instante tive consciência que não voltaria jamais a ser o “homem da casa”. Restava render-me ao papel de fêmea e ser Mariana plenamente. Dali em diante apenas não me vestia com roupas femininas em casa quando havia familiares e, mesmo assim, muitos já sabiam do nosso “segredo”. Lamentavelmente, acabamos nos separando em 2016, embora nossa vida sexual continuasse satisfatória. Joana vive atualmente com uma companheira em Madrid, mas quando vem a Portugal, sempre nos encontramos. Eu tive envolvimento com homens, mas nada me satisfaz quanto uma mulher me possuindo.

Conto - A Fantasia de Aline (Inversão)

Desde o ano passado, meu marido e eu estamos vivendo em Portugal. Aqui, a sociedade é mais tolerante e as pessoas mais civilizadas, então nos sentimos seguros para viver nossas fantasias mais livremente. Um casal de amigos brasileiros nos apresentou um clube em Lisboa que reúne casais como nós, que gostam de explorar os limites do prazer. Em contato com esses novos conhecidos, ouvi muitas histórias, as quais me inspiraram a voltar a escrever contos eróticos. Se gostarem, avisem nos comentários para que eu continue as publicando. Aqui vai a primeira dessas histórias, baseada na experiência relatada pelos amigos brasileiros:

* * *
Era domingo de manhã, Aline (minha namorada) e eu estávamos curtindo uma preguiça na cama, cada um com seu celular, navegando na net. Lá pelas tantas, Aline se aproxima por trás de mim e coloca seu smartphone na minha frente, mostrando a foto de uma atriz transexual lindíssima:
– Você ficaria com ela? – perguntou.
– Ficaria sim, ela é trans, mas é linda.
Aline se apertou mais contra as minhas costas:
– Mas você sabia que ela é ativa e tem um pauzão? – enquanto falava, foi rolando a tela e mostrando mais fotos da gata, sendo que, em algumas, ela exibia um belo volume na calcinha. – Ela adorar comer um cuzinho... – completou, puxando meu quadril pra trás, roçando seu púbis na minha bunda.
Fiquei excitado e não consegui disfarçar. Aline gostou da brincadeira e continuou me encoxando. Ela estava nua e eu sentia os pelos curtinhos do púbis dela roçando minhas nádegas. Beijando meu pescoço, mordiscando minha orelha, seguia sussurrando:
– E então, você ficaria com ela? Deixaria ela te comer bem gostoso? Meter aquele pauzão nessa bundinha linda que você tem?
Aline era linda e fogosa. Seu corpo esguio, com seios durinhos e bumbum empinado, os cabelos ruivos, os olhos verdes combinavam com sua sensualidade natural, meio selvagem. Eu nunca entendi o que ela tinha visto em mim, pois jamais fui um modelo de masculinidade... pelo contrário, desde garoto sofria por ter uma silhueta mais feminina, bunda proeminente e pele lisa. Eu tinha constantemente a impressão de não ser homem suficiente para aquele mulherão e temia que ela estivesse insatisfeita, por isso nunca recusava nada que ele quisesse fazer.
Aline me encoxava com força e eu sentia os mamilos durinhos nas minhas costas. Ela insistiu, num tom autoritário:
– Vai, me diz que você deixaria ela te enrabar, fala!
– Eu deixaria... – sussurrei entre dentes.
– Fala mais alto, eu quero ouvir! Confessa que você queria dar o cuzinho pra ela!
– Eu confesso! Quero dar pra ela!
A gente ainda não tinha explorado esse tipo de fantasia, mas eu nunca a tinha visto tão excitada. Me pôs de bruços, deitada sobre mim, esfregando a bucetinha já molhada na minha bunda.
– Você quer um pau nessa bundinha de mulher que você tem, quer? Você gosta de dar o cu, menininha? Vai fala!
Eu confirmava tudo... não queria cortar o barato e estava gostando de ser cavalgado por ela... já sentia o melzinho da sua buceta escorrendo no meu rego.
– Aposto que os garotos da escola te comiam, né?
– Não... – neguei, timidamente.
Aline bateu violentamente o púbis na minha bunda, como se metesse com força.
– Mentira! Confessa que você dava esse rabinho! Confessa! Aposto que os garotos faziam fila pra te comer... você devia ser a putinha da rua!
Ela estava quase gozando, falando entre gemidos. Eu também estava muito excitado e confessei tudo que ela queria que eu confessasse, o que a deixava ainda mais louca. Então senti um dedinho melando bem meu cuzinho e logo me penetrando.
– Eles te comiam assim, comiam?
Eu só gemia e dizia sim.
– Vai, geme putinha, geme menina!
Entrei na onda e comecei a gemer como mulher e ela logo meteu dois dedos, fazendo vai-e-vem no meu cu.
– Quem te comia, putinha? O Marcos te comia? O Rodrigo?
A gente tinha crescido junto no mesmo bairro, frequentado a mesma escola... nossos amigos de infância e adolescência eram os mesmos. Ela falava o nome dos garotos e eu confirmava.
– E o Anderson? Eu sei que ele te comia também!
Anderson era meu melhor amigo na escola e o primeiro namorado de Aline. Hesitei antes de responder e ela continuou:
– Eu sei que ele te comia! Você era namoradinha dele também, né? Ela comia nós duas, né putinha!
– Sim, eu era namoradinha dele! – quase gritei, com voz de puta.
– O pau dele era gostoso, né, putinha? Você chupava ele também?
– Sim, chupava ele todinho e depois ele me comia.
Aquilo foi demais... senti que Aline tremia sobre mim. Soltou um longo grito/gemido e empurrou os dedos bem fundo, me fazendo gozar também. Depois do prazer, foi batendo aquela vergonha... fiquei com o rosto enterrado no travesseiro, sem coragem de encarar minha namorada. Mas ela, assim que recuperou o fôlego veio pra junto de mim, acariciando minha bunda e beijando meu pescoço.
– Nossa, amor, que transa maravilhosa... posso te contar um segredo? É a primeira vez que você me faz gozar de verdade...
A gente namorava há uns três meses. Foi meio estranho saber que ela estava fingindo esse tempo todo... Antes que eu falasse qualquer coisa, ela continuou:
– Mas não encana com isso... não é sua culpa... eu tenho as minhas taras e só consigo ter prazer desse jeito meio “estranho”... Inclusive, continuo com um tesão do diabo nesse teu rabinho...
Como eu permanecia de bruços, ela me atacou novamente... lambeu meu pescoço, me deixando arrepiado, desceu pelas costas e chegou à minha bunda.
– Ai, amor, adoro essa bundinha feminina que você tem... tão lisinha e empinada... que tesão...
Foi metendo a língua no meu rego, lambendo meu cu e enfiando a pontinha, o que me arrancou gemidos... eu estava excitado novamente. Aline já estava acesa também, falando um monte de putaria:
– Dá pra mim como você dava pros moleques, putinha.
Me pôs de quatro e continuou se esfregando no meu rabo totalmente oferecido e logo voltou a me penetrar, agora com muito mais facilidade. Ela sarrava e metia ao mesmo tempo e realmente eu sentia que ela estava me fodendo. Dessa vez entrei com tudo na fantasia, rebolando e gemendo como atriz pornô, pedindo pra ela me comer. Ela metia com força e perguntava aos gritos:
– Era assim que o Anderson te comia? Ele metia gostoso em você assim?
Eu só gemia e me segurava pra não gozar novamente. Aline continuou com suas putarias:
– Vamos chamar nosso macho pra uma visitinha? Ele pode comer nós duas de novo... as duas juntinhas, você quer? Quer o pau dele no teu cuzinho de novo?
Obviamente, comecei a imaginar o meu amigo ali com a gente, fodendo Aline e eu... não consegui me conter e gozei, aos berros. Minha namorada acelerou as metidas e logo gozou também, desabando sobre mim.
Nossos corpos estavam suados, fedendo a sexo. Minhas pernas estavam bambas e meu cuzinho doía. Aline, ainda em cima de mim, sussurrou no meu ouvido:
– Dorme, querida.

Conto - Inversão 1

Olá. Estou super empolgada e irei contar tudinho.
Após o fds maravilhoso, em casa com minha Dani e meu Tony, fui surpreendida com a "curiosidade" dele na inversão. Ele pegou o pênis que usei em Dani e disse: Deusa mostra como fez... Levei na brincadeira, ficamos na cama nus nos acariciando, comentando a experiência com Dani e oq faríamos em seguida. Nossas conversas nos excita e claro trocamos carícias, nos amamos e dormimos. Ao amanhecer como de costume nos amamos, morro de tesão pela manhã e preciso gozar ou o dia não se inicia. Tomamos banho e fomos para mais um dia de trabalho. Resolvi almoçar no shopping que Dani trabalha e óbvio passar para vê la. Ela estava só na loja, nao podia sair no momento, almocei sozinha, Dani enviou mensagem e disse que teria 20 min então fui ao seu encontro. Entramos em uma loja e como Dani é bem mais nova que Eu fingimos que Eu era a mãe, então entrei com ela no provador. Nos beijamos enquanto a vendedora trazia biquínis para provar, era preciso prova los sem roupa então nos fechamos e nos amamos rapidamente. Dei a Dani algumas peças para que usasse em casa juntas. Voltei ao trabalho com a buceta melada e com o gosto da bucetinha da Dani. A noite, em casa eu e Tony conversamos sobre o dia e antes de dormir assistimos um porno de inversão... Amei! Durante nossas carícias chupei o cú de Tony e comecei a toca lo. Eu estava com as unhas longas oq incomodou Tony, então usei apenas a boca ele gozou, gemeu, enquanto minha língua entrava em seu rabinho. Paramos por ai.
Amanheceu e novamente nos amamos como de costume. No almoço Tony pediu que o encontrasse em um hotel, não entendi o pq e fui. Chegando lá me recebeu com um presente lindo, um beijo maravilhoso e pediu que Eu conseguisse passar a tarde com Ele, assim fiz. Eu já havia ido a manicure e cortado as unhas. Nos amamos gostoso, outro ambiente é sempre bom. Iniciei as carícias em seu cuzinho novamente e coloquei o mindinho inteiro rodando como se estivesse cavando, troquei o dedinho pelo indicador com o mesmo movimento. Tony? Fazia vai e vem com o corpo, entrei em uma sex shop virtual e pedi 3 tipos de pênis tamanhos e dimensões e uma nova cinta peniana. Tomamos alguns drinks, dançamos... o mensageiro chegou com os brinquedinhos.
Abri a embalagem super discreta e me arrumei para comer meu namorado.
Tony estava ansioso. Chupei seu pênis muito, depois coloquei sua boca abaixo do pênis q estava na cinta, queria senti lo em minha buceta. Ele chupou, em seguida mamou meu pênis Eu morri de prazer. Coloquei meu namorado de quatro e iniciei a penetração com um pênis intermediário, fui bem devagar, em momento algum ele pediu q parasse... Meti forte, resolvi trocar o pênis, entrei sem dó, Ele rebolou.. pediu q parasse e chupasse um pouco, pedido atendido. Ele se deitou de costas e fodi meu namorado e derrepente ele grita o orgasmo, orgasmo que jorrou muita porra, qdo tirei o pênis do cuzinho de Tony ele veio até mim retirou a cinta, mamou meus seios delicadamente e me fez gozar em um oral maravilhoso. Cumplicidade. Lavamos nossos brinquedinhos e fomos para casa.
Liguei para minha Dani que estranhou meu sumiço e fui dormir com meu Tony.
Amo meu namorado e em breve irei contar minha experiência com bi masculino.

Conto - Minha sogra dormia ao lado II

Sexta-feira, chego do serviço vou tomar banho, comer alguma coisa e assistir um pouco de TV como sempre faço pra distrair um pouco. Saindo d...